sexta-feira, 22 de agosto de 2014

O que é hipergrafia? Escrita compulsiva: Hipergrafia

Anotações de Alice em uma de suas crises 
O que é hipergrafia? é a escrita compulsiva - leia abaixo
Escrita compulsiva: Hipergrafia

Alice Flaherty já era uma escritora prolífica. Enquanto neurologista, já havia escrito muitos artigos acadêmicos. Mas foi com a morte de seus dois filhos, gêmeos prematuros, que começou o processo de hipergrafia de Alice. Sem explicação aparente, ela acordou no meio de uma noite e começou a escrever em post-its em seu quarto. Ao fim da “febre”, as paredes da casa estavam recobertas com camadas e camadas de anotações sobre todas e quaisquer coisas. A hipergrafia é uma necessidade urgente de escrever, associada à distúrbios psicóticos. Os casos são tão intensos que um afetado chegou à escrever nada menos que quatro mil cadernos em dez anos. Hoje, Alice está a caminho de publicar seu quarto livro sobre o assunto, no qual tenta entender a doença por um viés neurológico. Esta segundo ela está relacionada aos processos de criatividade do cérebro. Durante os ataques, Alice se sente como se a musa da escrita habitasse dentro da cabeça dela. “Eu era inundada por idéias sobre as quais eu tinha de escrever imediatamente” diz ela. “Eu não conseguia fazer mais nada por meses à fio.”

Embora as pesquisas sobre essa condião sejam recentes, casos de hipergrafia são conhecidos à muito tempo. Acredita-se por exemplo que Lewis Carrol, autor de Alice no País das Maravilhas, sofresse do distúrbio, graças às milhares de cartas escritas por ele sem um sentido aparente. leia mais no link:.http://blogdobatman.wordpress.com/2009/06/10/hipergrafia/

Quais as manias mais comuns? Ablutomania, Acribomania, Aritmomania, Colecionismo, Onicofagia, Tricotilomania

Quais são as manias mais comuns?
obs: apesar de sabermos que muitas dessas doenças foram criadas pela psiquiatria (esse assunto é extenso), gosto de posta-las, pois algumas vemos no dia a dia ocorrendo, as vezes com pessoas que conhecemos.
Quais são as manias mais comuns?
por André Bernardo

Transtorno obsessivo-compulsivo: 4% da população

1. Ablutomania
MANIA DE: limpeza.
SINTOMAS: o medo de contágio faz a pessoa lavar as mãos excessivamente, tomar banhos por horas, usar talheres descartáveis e não tocar em maçanetas.

2. Acribomania
MANIA DE: precisão e organização.
SINTOMAS: arrumação de objetos até uma suposta ordem. Se o sujeito toca algo ou alguém sem querer, sente-se obrigado a tocar com o outro braço.

3. Aritmomania
MANIA DE: contagem ou verificação.
SINTOMAS: repetir tarefas (amarrar os sapatos, ligar a TV) um número exato de vezes. Para o maníaco, isso impede que algo grave aconteça.

4. Colecionismo
MANIA DE: acumular tralhas.
SINTOMAS: o sujeito guarda sem organização coisas sem valor, como caixas e jornais. Muitas vezes, é caso de saúde pública.

Transtorno do controle de impulsos: 3% da população

5. Onicofagia
MANIA DE: roer as unhas.
SINTOMAS: em momentos de nervosismo e tédio, o sujeito rói, morde, mastiga e engole as unhas, e acaba ferindo a pele em volta.

6. Tricotilomania
MANIA DE: arrancar cabelos e pelos.
SINTOMAS: o impulso de arrancar cabelos e pelos da face e do corpo é tão automático que o cara só se dá conta quando existem falhas visíveis.

7. Dermatilomania
MANIA DE: cutucar a própria pele.
SINTOMAS: nesses casos, a fuçação despreocupada pode levar a lesões e cicatrizes. Depois do nervosismo, vem o alívio e, por fim, o arrependimento.

8. Cleptomania
MANIA DE: roubar quinquilharias.
SINTOMAS: não tem a ver com necessidade, mas com o prazer de roubar. Após um tempo, os objetos são dados ou jogados fora.

Hipocondria: 2% da população

9. Hipocondria
MANIA DE: doença.
SINTOMAS: qualquer alteração é vista como sinal de doença. Os hipocondríacos vão a vários médicos atrás da confirmação de um diagnóstico imaginário.

Transtorno bipolar de humor: 1% da população

10. Megalomania
MANIA DE: poder ou superioridade.
SINTOMAS: costuma ser associada à fase de euforia do transtorno bipolar. O megalomaníaco tende a atribuir a si mesmo grandes feitos.

Fontes: Ana Beatriz Barbosa Silva, autora de Mentes & Manias; Eduardo Aliende Perin, psiquiatra do Ambulatório de Transtornos do Espectro Obsessivo-Compulsivo da Unifesp; Roseli Gedanke Shavitt, psiquiatra da USP e integrante do Projeto Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo; Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-IV).http://super.abril.com.br/cotidiano/quais-sao-manias-mais-comuns-620297.shtml
Quais são as manias mais comuns?
super.abril.com.br
Quais são as manias mais comuns?

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Ame os animais e nao os deixem - Vamos defender o animais, defendendo-os, defendemos a nós mesmos!

 
 
 
Quando pararmos de machucá-los vamos também libertar a nós mesmos...depois será um passo para não aceitarmos mais erros entre nos mesmos.

Voces sabem o que é Sharia? A Islamizacao pelo mundo e no Brasil é uma realidade?

Foto: NÃO QUEREMOS SHARIA NO BRASIL !!! 

Esta semana, no metrô de São Paulo, me deparei com uma exposição intitulada "Por Trás do Véu."

Qual o problema desta exposição? Propaganda. A exposição apresenta o "véu islâmico" como algo "cultural", algo que pertence aos costumes locais, quando na verdade, o uso do véu é uma imposiçao política, porque o seu uso faz parte da lei islâmica. É por isso que nos paraísos islâmicos as mulheres apanham da polícia, ou da sua família, por não usá-lo. E existe um outro aspecto político que é o da segregação. Ao usarem o véu, qualquer um que seja, as muçulmanas se distinguem das mulheres não-muçulmanas, o que torna mais fácil o seu agrupamento social distinto, ou seja, a criação de guetos islâmicos (como acontece na Europa hoje, e já começa a acontecer no Brasil).

E o véu não é cultural como alguns dizem. Vejam bem. As mulheres do Norte da África, no Egito, na Síria, na Pérsia, no Afeganistão, etc., nunca usaram o véu islâmico. O véu islâmico nunca fez parte da cultura destas terras. Apenas após as conquistas militares das hordes islâmicas, e a consequente ocupação e imposição da Sharia, é que as mulheres passaram a usá-lo, por obrigação legal. Elas não tinham escolha, pois escolha é algo inerentemente anti-islâmico (lembre-se, islão significa "submissão" à lei de Alá, a Sharia).

Reflita comigo. O véu islâmico é obrigatório. Se a mulher usá-lo por sua livre vontade: ela está dentro da lei e não vai ter problemas. Se a mulher não quiser usá-lo: ela não tem escolha, ela tem que usá-lo, ou vai ficar fora da lei. Esse é um exemplo de "liberdade islâmica."

A exposição é da revista super-interessante. Sinceramente, eles poderiam ter feito uma pesquisa melhor. Ou será que eles perguntaram a algum xeique, dando-lhe oportunidade de praticar taquia?

http://infielatento.blogspot.ca/2014/08/propaganda-islamica-no-metro-de-SP.html.
 O Perigo esta chegando de mansinho e pior esta sendo bem aceito pela população, que ja induzida pela mídia, não percebe que essa não e uma religião qualquer, mas uma religião política, portanto se eles entrarem como religião principal, vão acabar com todas as outras, vão implantar no Brasil o islã da Arábia saudita e não o islã macio e ameno da Turquia.
Não serão os muçulmanos bonzinhos que vão montar a coisa toda, serão os que querem o controle. Todos reclamam quando queremos alertar e dizem - tenho amigos muculmanos e são ótimas pessoas. Sim, também tenho - ótimas pessoas e pacificas - mas, infelizmente nao serão essas pessoas que vao fazer a islamização pelo mundo...são as más, as não pacificas.
FrederickeFredericka de Paula compartilhou a foto de Ricardo Schindler Freitas.
20 de agosto



NÃO QUEREMOS SHARIA NO BRASIL !!!

Esta semana, no metrô de São Paulo, me deparei com uma exposição intitulada "Por Trás do Véu."

Qual o problema desta exposição? Propaganda. A exposição apresenta o "véu islâmico" como algo "cultural", algo que pertence aos costumes locais, quando na verdade, o uso do véu é uma imposiçao política, porque o seu uso faz parte da lei islâmica. É por isso que nos paraísos islâmicos as mulheres apanham da polícia, ou da sua família, por não usá-lo. E existe um outro aspecto político que é o da segregação. Ao usarem o véu, qualquer um que seja, as muçulmanas se distinguem das mulheres não-muçulmanas, o que torna mais fácil o seu agrupamento social distinto, ou seja, a criação de guetos islâmicos (como acontece na Europa hoje, e já começa a acontecer no Brasil).

E o véu não é cultural como alguns dizem. Vejam bem. As mulheres do Norte da África, no Egito, na Síria, na Pérsia, no Afeganistão, etc., nunca usaram o véu islâmico. O véu islâmico nunca fez parte da cultura destas terras. Apenas após as conquistas militares das hordes islâmicas, e a consequente ocupação e imposição da Sharia, é que as mulheres passaram a usá-lo, por obrigação legal. Elas não tinham escolha, pois escolha é algo inerentemente anti-islâmico (lembre-se, islão significa "submissão" à lei de Alá, a Sharia).

Reflita comigo. O véu islâmico é obrigatório. Se a mulher usá-lo por sua livre vontade: ela está dentro da lei e não vai ter problemas. Se a mulher não quiser usá-lo: ela não tem escolha, ela tem que usá-lo, ou vai ficar fora da lei. Esse é um exemplo de "liberdade islâmica."

A exposição é da revista super-interessante. Sinceramente, eles poderiam ter feito uma pesquisa melhor. Ou será que eles perguntaram a algum xeique, dando-lhe oportunidade de praticar taquia?

http://infielatento.blogspot.ca/2014/08/propaganda-islamica-no-metro-de-SP.html

Foto: NÃO QUEREMOS SHARIA NO BRASIL !!! 

Esta semana, no metrô de São Paulo, me deparei com uma exposição intitulada "Por Trás do Véu."

Qual o problema desta exposição? Propaganda. A exposição apresenta o "véu islâmico" como algo "cultural", algo que pertence aos costumes locais, quando na verdade, o uso do véu é uma imposiçao política, porque o seu uso faz parte da lei islâmica. É por isso que nos paraísos islâmicos as mulheres apanham da polícia, ou da sua família, por não usá-lo. E existe um outro aspecto político que é o da segregação. Ao usarem o véu, qualquer um que seja, as muçulmanas se distinguem das mulheres não-muçulmanas, o que torna mais fácil o seu agrupamento social distinto, ou seja, a criação de guetos islâmicos (como acontece na Europa hoje, e já começa a acontecer no Brasil).

E o véu não é cultural como alguns dizem. Vejam bem. As mulheres do Norte da África, no Egito, na Síria, na Pérsia, no Afeganistão, etc., nunca usaram o véu islâmico. O véu islâmico nunca fez parte da cultura destas terras. Apenas após as conquistas militares das hordes islâmicas, e a consequente ocupação e imposição da Sharia, é que as mulheres passaram a usá-lo, por obrigação legal. Elas não tinham escolha, pois escolha é algo inerentemente anti-islâmico (lembre-se, islão significa "submissão" à lei de Alá, a Sharia).

Reflita comigo. O véu islâmico é obrigatório. Se a mulher usá-lo por sua livre vontade: ela está dentro da lei e não vai ter problemas. Se a mulher não quiser usá-lo: ela não tem escolha, ela tem que usá-lo, ou vai ficar fora da lei. Esse é um exemplo de "liberdade islâmica."

A exposição é da revista super-interessante. Sinceramente, eles poderiam ter feito uma pesquisa melhor. Ou será que eles perguntaram a algum xeique, dando-lhe oportunidade de praticar taquia?

http://infielatento.blogspot.ca/2014/08/propaganda-islamica-no-metro-de-SP.html

A Grande Virada com Ben Affleck (The Company Man) Transcendence Johnny Deep, soldado do Futuro (The Mashine)

http://1.bp.blogspot.com/-rnnBTLP94rw/U7iuWjowzaI/AAAAAAAABbw/E7YH95JpUp4/s1600/885843transcendencever10xlg.jpg 
 
Transcendence: A Revolução Dublado 2014
Descrição: Assistir Transcendence: A Revolução Dublado 2014 O dr. Will Caster (Johnny Depp) é o mais famoso pesquisador sobre inteligência artificial da atualidade. No momento ele está trabalhando na construção de uma máquina consciente que conjuga informações sobre todo tipo de conteúdo com a grande variedade de emoções humanas. O fato de se envolver sempre em projetos controversos fez com que Caster ganhasse notoriedade, mas ao mesmo tempo o tornou o inimigo número 1 dos extermistas que são contra o avanço da tecnologia – e por isso mesmo tentam detê-lo a todo custo. Só que um dia, após uma tentativa de assassinato, Caster convence sua esposa Evelyn (Rebecca Hall) e seu melhor amigo Max Waters (Paul Bettany) a testar seu novo invento nele mesmo. Só que a grande questão não é se eles podem fazer isto, mas se eles devem dar este passo.